Etapa 1
O levantamento
Antes da análise, você envia a planta da casa, ou um desenho simples, fotos dos ambientes, a orientação e os dados dos moradores. Um roteiro guiado ajuda você a preencher tudo.
A causa muitas vezes não está na cabeça de quem não descansa ou não consegue se concentrar. Ela pode estar no espaço em que essa pessoa dorme, trabalha e vive. E é essa relação que o Eduardo analisa, ambiente por ambiente, mas não com dicas prontas que servem para qualquer casa.
Espelho em tal parede, planta em tal canto, cor em tal ambiente. Você aplica, espera, e nada muda. Essas dicas são escritas para uma casa média que não existe. O Feng Shui Integral trabalha com o oposto: o específico. A orientação exata da sua casa medida na bússola, a distribuição real dos ambientes na planta, e as pessoas que moram nela.
Esse último ponto quase ninguém aplica. Na escola tradicional, cada morador tem o próprio Ming Guá, o número pessoal calculado pela data de nascimento, que define as direções favoráveis e desfavoráveis de cada um. A mesma casa funciona de um jeito para você e de outro para quem dorme no quarto ao lado. Uma análise que ignora os moradores é uma análise de metade da equação.
A consultoria acontece em três etapas, nesta ordem.
Etapa 1
Antes da análise, você envia a planta da casa, ou um desenho simples, fotos dos ambientes, a orientação e os dados dos moradores. Um roteiro guiado ajuda você a preencher tudo.
Etapa 2
O Eduardo cruza a estrutura da casa com as técnicas de três escolas de Feng Shui e o Ming Guá de cada morador. Esse cruzamento de escolas numa única leitura é o que ele chama de Feng Shui Integral, ou FSI. Com isso, ele identifica o que na casa está desequilibrado e pode estar interferindo em aspectos da vida como descanso, prosperidade, relacionamento e saúde.
Etapa 3
Você recebe os ajustes por escrito, ambiente por ambiente, em ordem de prioridade. Nada depende da sua memória. É um documento seu, para executar no seu ritmo e consultar sempre que mudar algo na casa.
Planta, fotos, orientação e dados dos moradores.
A casa lida pelas escolas do Feng Shui, com o Ming Guá de cada morador.
Cerca de 50 minutos com a análise e as orientações explicadas.
Os ajustes por escrito, ambiente por ambiente, em ordem de prioridade.
Quem faz a consultoria
Eduardo Rosa é arquiteto e urbanista, formado pela Universidade de Brasília em 1993. Desde 1999 promove cursos e consultorias de Feng Shui em todo o Brasil, é sócio-fundador da Dedalus Arquitetura e Feng Shui, e criou a Formação em Feng Shui Tradicional. É autor do livro Feng Shui Ming Guá.
Paralelamente à arquitetura, é instrutor há mais de 20 anos de filosofia oriental e ocidental na Organização Internacional Nova Acrópole, onde já criou cursos como "I Ching e o Caminho da Sabedoria", "As Leis Universais e a Realização Humana" e "Geometria da Natureza", entre outros. Estuda I Ching e filosofias orientais e ocidentais há mais de 30 anos, e é criador do Mapa Pessoal do I Ching e do Código do Autoconhecimento pelo I Ching, este fundamentado no método Jiu Gong Ming Li. Já realizou milhares de mapas pessoais e capacitou alunos a aplicar esse conhecimento na prática.
O Método FSI nasce exatamente desse cruzamento: a leitura técnica do espaço construído, própria da formação em arquitetura, somada ao estudo do significado original dos oito trigramas do I Ching, que a maioria dos consultores de Feng Shui nunca chega a examinar.
Não. A planta costuma constar no memorial descritivo entregue pela construtora, no cartório de registro de imóveis ou com a síndica do condomínio. Se nenhuma dessas opções funcionar, indicamos aplicativos de câmera de celular que geram uma planta em escala a partir de uma filmagem dos ambientes, e Eduardo orienta esse processo durante a coleta de dados.
Faz. O Bagua popular é a versão simplificada do Chapéu Preto, que divide qualquer planta em nove regiões fixas sem considerar a orientação cardinal nem o perfil de cada morador. Ba Zhai e Ming Guá calculam essas variáveis individualmente, o que muda a precisão do diagnóstico, sem contradizer o que você já conhece.
Sim. O método parte do que o imóvel já tem: reposicionamento de peças, ajuste de cores e materiais acessíveis, sem necessidade de reforma. O tamanho do imóvel não muda a precisão do diagnóstico.
Na grande maioria dos casos, não. O Plano de Alinhamento procura aproveitar o que a casa já tem. Em situações pontuais, a orientação mais eficaz pode envolver a compra de um móvel ou um ajuste pequeno, como a mudança de uma porta, o que é raro. Quando você prefere não fazer essa mudança, Eduardo apresenta uma alternativa dentro do que já existe no espaço.
Porque o Integral calcula a energia individual de cada morador e de cada região do imóvel, o que depende diretamente da metragem, do número de ambientes e de quantas pessoas vivem na casa. Cobrar um valor fixo penalizaria quem mora sozinho em um apartamento pequeno e favoreceria quem tem uma casa grande e cheia de gente. O valor exato é definido numa avaliação inicial, sem custo, antes de qualquer cobrança, na própria conversa de WhatsApp.
Não. O efeito de um ajuste de postura recomendado por um fisioterapeuta independe de o paciente entender biomecânica. O alinhamento entre a orientação do espaço e o perfil do morador funciona pelo mesmo princípio: o resultado não depende de concordância intelectual com a teoria.